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Bruno Guimarães tinha cobrado apenas três pênaltis na carreira antes do erro contra Noruega


Foto: Reprodução/FIFA



O pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães diante da Noruega, neste domingo (5), entrou para um dos momentos mais marcantes da eliminação da seleção brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O volante, que até então tinha 100% de aproveitamento nas cobranças ao longo da carreira, viu a invencibilidade terminar justamente na cobrança mais importante.

A seleção foi derrotada por 2 a 1 pelos noruegueses, com dois gols de Erling Haaland. Neymar, já nos minutos finais, descontou em cobrança de pênalti.

Antes do pênalti convertido por Neymar, o Brasil teve a oportunidade de abrir o placar em outra penalidade no início do jogo. A responsabilidade ficou com Bruno Guimarães, que bateu e desperdiçou a cobrança, frustrando a chance de colocar a equipe em vantagem em um momento decisivo da partida.

O erro ganha ainda mais peso diante do retrospecto do meio-campista. Até este domingo, Bruno havia cobrado apenas três pênaltis como profissional, todos convertidos. A cobrança diante da Noruega foi apenas a quarta de sua carreira e representou o primeiro erro.

Retrospecto de Bruno Guimarães em pênaltis4 cobranças
3 convertidas
1 desperdiçada (Contra Noruega)
75% de aproveitamento

Conhecido pela qualidade na saída de bola e pela liderança no meio-campo, Bruno nunca havia falhado em cobranças oficiais. O primeiro erro aconteceu justamente em uma Copa do Mundo e acabou marcando negativamente a despedida da seleção brasileira do torneio.

A eliminação amplia o período sem títulos mundiais do Brasil, que segue sem conquistar a Copa desde 2002. Além disso, a derrota para a Noruega mantém o longo jejum da seleção contra adversários europeus em confrontos eliminatórios do Mundial.
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