Foto: Reprodução/SEIO volume de serviços prestados na Bahia cresceu 1,7% entre janeiro e fevereiro, considerando a série com ajuste sazonal, que desconsidera efeitos de períodos específicos como Natal ou Páscoa. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Esse foi o terceiro avanço consecutivo do setor na comparação com o mês imediatamente anterior e também o melhor resultado para um mês de fevereiro em 10 anos, desde o crescimento de 4,0% registrado em 2016.
No mesmo período, o desempenho da Bahia ficou bem acima da média nacional, já que no Brasil o setor de serviços teve alta de apenas 0,1%. Entre as 27 unidades da Federação, 13 apresentaram crescimento, e a Bahia teve o quinto melhor resultado.
Os maiores avanços foram registrados no Piauí (10,7%), Mato Grosso do Sul (4,2%) e Acre (3,0%). Já as maiores quedas ocorreram no Amapá (-3,2%), Alagoas (-2,3%) e Pará (-1,8%).
Comparação com o ano passado
Na comparação com fevereiro de 2025, o setor de serviços baiano também apresentou crescimento. O volume avançou 1,3%, retomando a expansão após a queda registrada em janeiro (-0,8%).
Mais uma vez, o resultado da Bahia ficou acima da média nacional, já que o Brasil teve aumento de 0,5% nesse mesmo período. Entre os estados, o desempenho baiano foi o sétimo melhor, em um cenário em que apenas nove unidades da Federação registraram crescimento.
Os maiores aumentos ocorreram em Roraima (17,5%), Piauí (5,2%) e Distrito Federal (4,5%). Já as maiores retrações foram observadas em Alagoas (-9,0%), Acre (-8,1%) e Amazonas (-7,6%).
Acumulado do ano e dos últimos 12 meses
Com o desempenho registrado em fevereiro, o setor de serviços da Bahia passou a apresentar crescimento de 0,2% no acumulado de 2026. O resultado é o 15º entre os estados e ainda fica abaixo da média nacional, que é de 1,9%.
Já no acumulado dos últimos 12 meses encerrados em fevereiro, o setor ainda registra queda de 1,4% no estado. Esse indicador permanece negativo desde agosto de 2025 e também está abaixo do resultado nacional, que aponta crescimento de 2,7%.
Entre os estados, esse é o terceiro pior desempenho do país, ficando à frente apenas do Rio Grande do Sul (-2,7%) e do Amazonas (-1,8%). Ao todo, seis das 27 unidades da Federação apresentam retração nesse indicador.