O ministro Rui Costa (Casa Civil)
Diante dos diferentes cenários que projeta para a montagem da chapa majoritária, a articulação política do governo passou a considerar como cada vez mais provável o “sim” do ex-deputado federal Ronaldo Carleto, cacique do Avante na Bahia, ao convite para ser candidato a vice-governador na chapa de reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Com esse movimento em vista, o novo desafio dentro da base passa a ser a definição de quem irá para a primeira suplência do ministro Rui Costa (PT) ao Senado, nome que ele próprio deve escolher considerando o perfil de alguém da sua extrema confiança, tal como se dá a sua relação com Carletto - que até aqui era favorito à vaga.
Ao mesmo tempo, uma ala da base, diga-se mais “ruisista” ainda resiste à hipótese de o vice-governador Geraldo Júnior (MDB) ser acomodado na suplência do senador Jaques Wagner, alternativa que surgiu tão logo Geraldo passou a ser tratado como fora da vice de Jerônimo.
Apesar de representar uma saída ao impasse da vice, a avaliação é que a suplência pode virar um ativo para reforçar a campanha, ingrediente que falta a um quadro sem expressão eleitoral como Geraldo.
